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El artista como activo: más allá de la música

Español

Artistas, ¿se dan cuenta de que ustedes mismos también son un activo? No solo su música, sino ustedes como marca, especialmente a medida que aumenta su popularidad. Y hay diferentes vías para esta estrategia. Hoy les hablo como colega, con corazón y con los pies en la tierra, porque este enfoque requiere trabajo y una estrategia seria. Examinemos algunos ejemplos.

1. El nombre del artista como activo

La artista jamaicana Shenseea registró su nombre artístico en la Oficina de Patentes y Marcas de los Estados Unidos (USPTO). Con el tiempo, amplió la protección de su nombre a otras categorías, incluyendo ropa y brillo labial. Shenseea ya es una artista popular con una comunidad activa de fans. Esos mismos fans podrían adquirir ropa u otros productos asociados con su nombre. El valor no está solamente en su música: su propio nombre se convierte en un activo comercial.

2. El artista como activo para otras marcas


La artista venezolana Joaquina y la artista colombo-dominicana NEZZA ya están ganando popularidad. Su participación en Mirror Mix, el álbum creado por e.l.f. Cosmetics, les permite llevar su música e identidad a otro espacio. Para ser claros, muchos artistas han colaborado con marcas de maquillaje. Lo menos común aquí es que una marca de maquillaje participe directamente en el proceso de crear un álbum. e.l.f. se beneficia de colaborar con artistas que aportan su propio talento, identidad cultural y conexión con distintas audiencias. Tanto e.l.f. como las artistas pueden ampliar su alcance y crear nuevas conexiones.

3. Convierte tu experiencia como artista en un negocio

La rapera de EE. UU. GloRilla cofundó GloVerse, una plataforma que conecta a consumidores con profesionales de belleza. La idea surgió de una necesidad que encontró mientras su carrera crecía y viajaba a distintas ciudades: necesitaba encontrar profesionales de belleza y, al mismo tiempo, veía que muchos de ellos necesitaban mayor visibilidad. En lugar de simplemente prestar su imagen a otro negocio, participó en la creación de uno.

Es una Nota de Shazzy si no cuento la realidad completa. Ninguno de estos artistas llegó a estas oportunidades de la noche a la mañana. Pasaron años construyendo su marca, su audiencia y su influencia. Pero eso no significa que no puedas pensar desde ahora en tus objetivos a largo plazo. La música puede ser el punto de partida... ¿cuál es el siguiente paso?

 

Português

Artistas, vocês já perceberam que também são um ativo? Não é só a música. Vocês também têm valor como marca, principalmente à medida que ganham mais reconhecimento. E existem diferentes caminhos para trabalhar essa estratégia. Hoje falo com vocês como colega, com sinceridade e com os pés no chão, porque esse tipo de estratégia exige trabalho e planejamento sério. Vamos ver alguns exemplos.

1. O nome do artista como ativo

A artista jamaicana Shenseea registrou seu nome artístico no USPTO, órgão de marcas e patentes dos EUA. Com o tempo, ampliou a proteção do seu nome para outras categorias, incluindo roupas e gloss. Shenseea já é uma artista popular, com uma comunidade ativa de fãs. Esses mesmos fãs podem comprar roupas ou outros produtos associados ao seu nome. O valor não está apenas na música: o próprio nome se torna um ativo comercial.

2. O artista como ativo para outras marcas

A artista venezuelana Joaquina e a artista colombiano-dominicana NEZZA já estão ganhando popularidade. A participação delas em Mirror Mix, álbum criado pela e.l.f. Cosmetics, permite que levem sua música e identidade para outro espaço. Para deixar claro, muitos artistas já colaboraram com marcas de maquiagem. O menos comum aqui é uma marca de maquiagem participar diretamente do processo de criação de um álbum. A e.l.f. se beneficia ao trabalhar com artistas que trazem seu próprio talento, identidade cultural e conexão com diferentes públicos. Tanto a e.l.f. quanto as artistas podem ampliar seu alcance e criar novas conexões.

3. Transforme sua experiência como artista em um negócio

A rapper dos EUA GloRilla cofundou a GloVerse, uma plataforma que conecta consumidores a profissionais da área da beleza. A ideia nasceu de uma necessidade que ela percebeu à medida que sua carreira crescia e ela viajava para diferentes cidades: precisava encontrar profissionais de beleza e, ao mesmo tempo, percebia que muitos desses profissionais também precisavam de mais visibilidade. Em vez de simplesmente emprestar sua imagem para outro negócio, ela participou da criação de um.

Não seria uma Nota da Shazzy se eu não contasse a realidade por completo. Nenhum desses artistas chegou a essas oportunidades da noite para o dia. Foram anos construindo sua marca, seu público e sua influência. Mas isso não significa que você não possa começar a pensar agora nos seus objetivos de longo prazo. A música pode ser o ponto de partida... qual é o próximo passo?

Shazzy
 

 

10/06/2026

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